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O Registro Infantil



Na foto ao lado, recordamos o primeiro exemplar de um jornal estudantil, que circulou logo após a inauguração do novo prédio do Grupo Escolar “Professor João Toledo”, o mais antigo de Cerquilho, localizado na Rua Achiles Audi, no centro da cidade.
A data era setembro de 1.949, e o jornal, chamado “O Registro Infantil”, era elaborado por estudantes, com ajuda e valorosa orientação dos professores, e trouxe, em sua capa, uma grande foto do novo prédio da escola, que antes situava-se na Rua Dr. Campos, onde hoje é a Rua Natale De Nadai.
Em suas páginas o informativo trazia em sua primeria edição uma biografia do patrono da escola, o pro- fessor João Toledo, e também poesias, dicas de leitura, e tinha como objetivo “ oferecer aos alunos uma oportunidade para manifestarem suas idéias, criando e desenvolvendo ao espírito infantil a formação moral e intelectual”.
Não se sabe ao certo quantos números circularam, mas foi uma feliz iniciativa que, certamente, colcaborou em muito com a formação das crianças estudantes daquela época.


Estelionato é Crime?

No ano de 2009 estava entrando morcegos na minha casa. Chamei a Vigilância Sanitária, dois rapazes vieram fotografar os morcegos e me instruíram a espirar com um aspersor, criolina nos bichinhos. Me informaram que eles não poderiam retirar os morcegos...
Para proteger minha residência dos morcegos, resolvi colocar telas mosquiteiro na janela e porta balcão.
Liguei para loja Requinte e uma moça com o nome Denise veio tirar as medidas e buscar o cheque com o valor de R$ 660,00. Na semana seguinte o cheque foi descontado, no dia 7 de dezembro.
Fechamos o negócio no dia 25 de novembro de 2009 com a promessa das telas serem instaladas no prazo de uma semana.
Bom, resumindo a história, somente dois meses depois, com muita insistência da minha parte e com ameaças de denunciá-las ao PROCON consegui finalmente a instalação das telas. Mas uma das telas veio a metragem errada, por isso a loja Requinte não concluiu o serviço.
Já completou três meses que eu comprei as telas. No último mês, fui lá várias vezes, liguei inúmeras vezes em vão. Eles afirmaram que a fábrica não entregou as telas. Então procurei o PROCON. Lá me disseram que eu não era a única a reclamar dessa loja.
No dia 25 de fevereiro, ao sair do PROCON, voltei à loja Requinte. A Denise estava ao telefone e após uma longa espera ela disse para o Eduardo (o moço que instalou as telas). Quando esse chegou, ele com muito pouco caso, até rindo, me disse que não veio instalar as telas porque a fábrica não entregou.
Fiquei indignada, falei que iria fazer um Boletim de Ocorrência e que já tinha ido ao PROCON e que colocaria nos jornais locais o que eles estavam fazendo comigo.
Voltei ao PROCON novamente, mas o responsável estava em São Paulo. Então fui à Delegacia de Polícia, e após uma longa espera, o atendente me disse que isso não era crime e que eu deveria voltar ao PROCON.
Na segunda feira passada voltei ao PROCON, e o responsável descobriu que a loja Requinte está baixada na Receita Federal desde agosto de 2009, aí sim consegui o Boletim de Ocorrência.
A loja Requinte nos últimos seis meses anda cometendo estelionato com o povo de Cerquilho e região, pois eu comprei essas telas em 25 de novembro de 2009.
Eu pergunto como cidadã: Como uma empresa fechada pode estar aberta por seis meses, ter um Alvará na nossa Prefeitura?
Quem é o responsável por fiscalizar isso?
Nós cidadãos, não estamos protegidos no comércio de nossa cidade!
A ousadia da Requinte em funcionar por seis meses é a prova de que a impunidade ainda é característica da nossa cidade.
Se você também foi vítima dessa empresa, vá ao PROCON, denuncie e é o único jeito de fazer essa pouca vergonha acabar.
Peço às autoridades da nossa cidade providências! Estelionato é crime!
Quem vai pagar o meu prejuízo?

Patrícia Fantoni

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